Reforma trabalhista no Brasil, um desafio em busca de investimentos!

Com a promulgação de leis anti-corrupção, e através deles, a imputação de empresários poderosos e funcionários como relevantes, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil adiantou-se para pegar na luta contra a corrupção e suborno, dois impedimentos para atrair investidores.

Em uma segunda rodada de apresentar o mundo como uma proposta atraente para as empresas, o Senado daquele país aprovou em 11 de Julho uma poderosa reforma trabalhista, a assinar em lei o projeto de lei que modifica Leis mais de 100 pontos de consolidação Trabalho (CLT), o equivalente à lei do Contrato de Trabalho na Argentina.

Dessa forma, os menores custos salariais e não salariais e a maior flexibilidade (palavrinha na Argentina) estão consolidados nos contratos de trabalho e no relacionamento entre empregado e empregador. Um relatório recente da consultoria Abeceb baseado no estudo Doing Business do Banco Mundial mostra que o custo da compensação em nosso país é 2,5 vezes maior que o do Brasil.

Reformas trabalhistas

E, em termos de flexibilidade na determinação do salário e de acordo com o Fórum Econômico Mundial, nosso país ocupa 133 dos 138, enquanto o Brasil está na 119ª posição e com a nova reforma subiria várias posições. Neste lado da fronteira e na véspera das eleições legislativas em outubro, o governo planeja implementar certas reformas trabalhistas que “tentam” os empresários a acelerar os investimentos e gerar emprego registrado, um tópico deficitário há mais de cinco anos.

Reajuste

Em 2016 houve iniciativas com as quais se pretendia favorecer o emprego registrado de jovens, como o projeto “Primeiro Emprego”, que ainda dorme no Congresso. Isso antecipa que a batalha por uma reforma trabalhista não será menor. Do governo prefere não referir em detalhes a medidas específicas até depois de outubro, “de forma que a questão não é usada politicamente”.

Eles também dizem que “é preciso ver se as mudanças que foram votadas na legislatura brasileira são realmente aplicáveis ​​e ressaltam que, se houver uma proposta a esse respeito após as eleições”, isso seria feito com o consenso de todos os setores. ”

Política e Gestão

De acordo com a Subsecretaria de Política e Gestão da PME, que depende do Ministério da Produção, 70% do emprego no país é fornecido pelas PME. Estas pequenas e médias empresas, bem como micro-empresas, estão de costas para manter muitos dos ganhos comerciais que foram alcançados e acrescentando ao longo de décadas, e também para sustentar o negócio depois de um julgamento de trabalho que custa vários milhares e até milhões de pesos.

Para as PMEs, os encargos sobre o salário, os medos tão temidos e as regras pouco claras no momento do desligamento são alguns dos problemas que levam ao déficit. Por outro lado, do ponto de vista do empregado, o valor da cesta de mercado total usado como um limiar para medir a pobreza sobe para junho do ano passado e de uma típica família, pai, mãe e dois filhos, $ 14.811 , enquanto o salário mínimo está em US $ 8860.

O paradoxo é que, mesmo que um chefe de família não cubra a cesta básica com seu salário, que também inclui alimentos e bens, a renda mínima é medida em dólares. 500, um valor superior ao resto do salário mínimo da região. Quanto ao salário médio, como explica o advogado trabalhista Julián de Diego, na atividade industrial a remuneração é na Argentina de US $ 1150, no Brasil é de US $ 750 e no Chile, de US $ 650.

Impostos sobre o trabalho

“A Argentina é a primeira no ranking mundial de impostos sobre o trabalho, o Brasil tem 30% menos impostos sobre o trabalho do que nós e o Chile, 40% menos”, diz ele. Quais são os impostos que na Argentina podem ser reduzidos? “Imposto de renda e contribuições para aposentadoria”, diz Diego.

Trabalho

Essa contribuição diminuiria, acrescenta, na medida em que a maioria dos que trabalham “de preto” entra na economia formal, que é cerca de 35% dos assalariados (pode chegar a um total de 50%, segundo Diego). No Brasil, o emprego não registrado é de 22%. Do ponto de vista do empregador, os custos não assalariados do trabalho na Argentina chegam a 35,5% do salário total, enquanto no Chile são 30,2%; no México, 19,2% e no Uruguai, apenas 12%.

No Brasil, temos que ver como seriam as novas reformas. Da Confederação Argentina de Médias Empresas (CAME), Ricardo Diab, secretário de Comércio Exterior da entidade e também secretário da Associação Empresarial de Rosário, afirma: “Vemos que essa reforma trabalhista que leva o Brasil tende a otimizar custos e competitividade .

Reforma trabalhista no Brasil, um desafio em busca de investimentos!
Avalie este artigo!